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19.07 2018

Crédito, gravidez e licença de maternidade: condições para obter um empréstimo

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Você espera um bebê ou teve um parto há pouco tempo? Deseja tomar um crédito pessoal? Em que medida é possível pedir um crédito numa situação de gravidez ou durante a licença de maternidade? Nossas explicações e conselhos.

Crédito e gravidez

É possível, sim, pedir um crédito durante a gravidez. A única condição que se aplica, no entanto, é a seguinte: deve trabalhar a uma taxa de ocupação “normal”. Ou seja, não será possível obter o empréstimo em caso de baixa por doença ligada à gravidez, mesmo que seja parcial. Isto se deve ao fato de que o banco – ou instituição de empréstimo – não tem garantias de que a mãe retornará ao trabalho normalmente após o parto.

Exemplo: a Sra. Dumont trabalha a uma taxa de 80% em uma empresa. Suponhamos que ela esteja grávida de 7 meses e deseje obter um crédito. Se a sua gravidez correr bem, ela não terá necessidade de diminuir a sua taxa de ocupação, continuando o seu trabalho a 80% e tendo, assim, a possibilidade de obter um crédito sem restrições. Se o caso fosse outro e que ela devesse diminuir a sua taxa ocupacional, mesmo que de apenas 10%, então o seu pedido de empréstimo seria negado.

Crédito e licença de maternidade

Durante o período da licença de maternidade, a mãe encontra-se em “licença médica”, mas recebe subsídios de maternidade ao invés do seu salário, durante aproximadamente 3 meses. Enquanto isso, não é possível, para ela, obter um crédito em seu nome. Para pedir um crédito, ela deverá:

  • Ter voltado a trabalhar a taxa normal.
  • Esperar até poder atestar a sua volta normal ao trabalho com uma ficha de salário.

Do ponto de vista legal, o subsídio maternidade não é considerado como um bem penhorável, o que representa um risco para o banco. É por isso que os bancos rejeitam os pedidos de crédito de mães em licença de maternidade.

Efetuar um pedido em nome de seu cônjuge

Caso não seja possível pedir um crédito pessoal, seja por conta de uma baixa por doença antes do parto, ou por causa da licença de maternidade após o parto, ainda existe a possibilidade de efetuar um pedido de crédito em nome do seu cônjuge. Esta opção pode ser útil para desbloquear a situação, mas não é a solução ideal. De fato:

  • Numa situação normal, as rendas dos dois cônjuges são combinadas e é o valor total dessa soma que é tomado em conta pelos bancos para calcular a taxa de juros, o valor máximo do empréstimo, etc.
  • Em caso de baixa por doença ou de licença de maternidade, somente uma das rendas será tomada em conta pelo banco para determinar as condições do empréstimo.

Visto que a soma das duas rendas permite não somente uma maior probabilidade de aceitação do seu pedido de empréstimo, mas também melhores condições contratuais, a opção de pedir um crédito em nome do seu cônjuge sozinho não é uma solução ideal.

O que fazer? Informe-se antes de tomar uma decisão

Finalmente, o melhor a ser feito é informar-se com especialistas antes de tomar uma decisão. Consoante a urgência ou não da necessidade de dinheiro, esperar o fim da licença de maternidade pode ser uma boa opção. Em caso de dúvidas, é possível dirigir as suas perguntas a um conselheiro em crédito privado como a Empréstimo.ch, que poderá encarregar-se do seu dossiê e tomar nota da sua situação, afim de propor-lhe a melhor solução possível.

Artigo realizado pela equipe da PrestaFlex.

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